sábado, 8 de agosto de 2015
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Koinonia, vinhos, histórias de gaia e muitas risadas!
07:49
Sem Comentarios
Os desafios de se morar "só" são diversos. Morar entre cuecas (homens) também requer coragem pra vencer alguns desafios. Um deles é a preguiça. Algo que é contagioso e passa de um pra o outro. Pois bem, a Travel tinha uma mesa, novíssima, esperando desde o inicio de 2015 para ser montada. Podemos dizer que não montamos antes por diversos motivos, eu sugiro a preguiça como o maior motivo. Por mais que temíamos não saber montar, ninguém se arriscou abrir as caixas.
Ontem, enfim, decidimos montar. Como tudo que acontece na Travel, o evento foi recheado de gargalhas, pilherias e palavras de incentivo. Foi um tal de "eu achava que tu era mais inteligente", "tu errou, me decepcionei", "Vai pegar um vinho, já que tu não tá fazendo nada". Rolou música romântica, um dos membros da casa, cujo o nome não será revelado(Gessinho), já reprovou. Alegou não gostar de romantismo, pois já foi e levou gaia (foi traído). Muitos risos e outras gaias foram surgindo.
Como as coisas fluem, concluímos a montagem. Apesar de ser regada a vinho e eu ter ficado bêbado desde a hora de abrir, molhando o chão com o tinto vindo de Petrolina/PE, a mesa ficou "gatinha". Surgiu o desafio de reorganizar a casa. Papo vai, papo vem, opiniões, contestações, indagações, etc, etc, mudou nada. A mesa ficou onde estávamos montando e priu.
Fotos
Ontem, enfim, decidimos montar. Como tudo que acontece na Travel, o evento foi recheado de gargalhas, pilherias e palavras de incentivo. Foi um tal de "eu achava que tu era mais inteligente", "tu errou, me decepcionei", "Vai pegar um vinho, já que tu não tá fazendo nada". Rolou música romântica, um dos membros da casa, cujo o nome não será revelado
Como as coisas fluem, concluímos a montagem. Apesar de ser regada a vinho e eu ter ficado bêbado desde a hora de abrir, molhando o chão com o tinto vindo de Petrolina/PE, a mesa ficou "gatinha". Surgiu o desafio de reorganizar a casa. Papo vai, papo vem, opiniões, contestações, indagações, etc, etc, mudou nada. A mesa ficou onde estávamos montando e priu.
Fotos
sábado, 9 de maio de 2015
Vida de Solteiro
17:41
Sem Comentarios
“E a namorada?” Alguém vai me perguntar. Aí vou sorrir e responder: “Estou solteiro!”. E logo depois vem aquela cara de: “nossa, coitadinho”, quando ao meu ver era a hora certa da pessoa me abraçar e pularmos gritando: “Parabéns Campeão!” Sabe, realmente não entendo essas pessoas que colocam o fato de encontrar uma pessoa como sendo um dos objetivos primordiais da vida. Como se a ordem natural fosse: nascer, crescer, conhecer alguém e morrer.
A meu ver, não é assim. As pessoas se dizem solteiras como quem diz que está com uma doença grave, alguém que precise de ajuda. Não é nada disso. Existe sim vida na “solteridão”! E das boas. E isso não quer dizer farra, putaria, poligamia ou promiscuidade. Aliás, quer dizer sim, mas só quando você tiver afim. No mais quer dizer liberdade, paz de espírito, intensidade. E olha que escrevo isso com algum conhecimento de causa, já que tenho vários anos de namoro no currículo.
De verdade, do fundo do coração, eu estou muito bem solteiro. Acho até que melhor que antes. Gosto de acordar pela manhã sem saber como vai terminar meu dia. Gosto da sensação do inesperado, da falta de rotina e de não ter que dar satisfação. Gosto de poder dizer sim quando meu amigo me liga na quinta-feira perguntando se quero viajar com ele na manhã seguinte. De chegar em casa com o Sol nascendo. De não chegar em casa as vezes. De conhecer gente nova todos os dias. De não ter que fazer nada por obrigação. De viver sem angústia, sem ciúme, sem desconfiança. De viver.
Acredito que todo mundo precisa passar por essa fase na vida. Intensamente inclusive. Sabe, entendo que talvez essa não seja sua praia. Ou talvez você nunca vá saber se é. Eu mesmo não sabia que era a minha, e veja só você, hoje sou surfista profissional. O que percebo são pessoas abraçando seus relacionamentos como quem segura uma bóia em um naufrágio. Como se aquela fosse sua última chance de sobrevivência. Eu não quero uma vida assim. Nessa hora talvez você queira me perguntar: “Mas e aí? Vai ficar solteirão para sempre? Vai ser assim até quando?” E eu vou te responder com a maior naturalidade do mundo: “Vai ser assim até quando eu quiser”.
Quando encontrar alguém que seja maior que tudo isso, ou talvez alguém que consiga me acompanhar. E não venha me dizer que aquele relacionamento meia boca seu é algo assim. O que eu espero é bem diferente. Quando se gosta da vida que leva, você não muda por qualquer coisa. Então para mim só faz sentido estar com alguém que me faça ainda mais feliz do que já sou, e como sei que isso é bem difícil, tenho certeza que o que chegar será bem especial. E se não vier também está tudo bem sabe? Eu realmente não acho que isso seja um objetivo de vida. Não farei como muitos que se deixam levar pela pressão dessa sociedade.
Tanta gente namorando pra dizer que namora, casando pra não se sentir encalhado, abdicando da felicidade por um status social. Aí depois vem a traição, vem o divórcio, a frustração e todo o resto tão comum por aí. Não, não. Me deixa quietinho aqui com minha vida espetacular. Pra ser totalmente sincero com você, a real é que não é sua situação conjugal que te faz feliz ou triste.
Conheço casais extremamente felizes e outros que estão há anos fingindo que dão certo. Conheço gente solteira que tem a vida que pedi para Deus e outros desesperados baixando aplicativos de paquera e acreditando que a(o) ex era o grande amor e que perdeu sua grande chance. Quanta bobagem.
A verdade é que só você mesmo pode preencher o seu vazio, e colocar essa missão nas mãos de outra pessoa e pedir pra ser infeliz. Conheço sim vários casais incríveis, assim como tantos outros que não enxergam que estão se matando pouco a pouco. Só peço que não deixem que o medo da solidão faça com que a tristeza pareça algo suportável. Viver sozinho no início pode parecer desesperador, mas de tanto nadar contra a maré, um dia você aprende a surfar. E te digo que quando esse dia chegar, você nunca mais vai se contentar em ficar na areia. Desse dia em diante só vai servir ter alguém ao seu lado se este estiver disposto a entrar na água com você.
Rafael Magalhães, publicado em: http://www.precisavaescrever.com.br/
segunda-feira, 6 de abril de 2015
O mascote
O mascote da Travel House é um cachorro super "gente" boa!

Quem não gosta do Tyron?
Pergunta super difícil de responder para aqueles que conhecem esse camarada.
Divertido, brincalhão, forte e parceiro para todas as aventuras.
Tyron vai à praia, vai correr no parque, vai passear de skate, tá em todas.
Oficialmente... reza a lenda... os mais velhos dizem... que ele pertence à Gessinho. Na verdade, é Gessinho quem paga as despesas e é dono da última voz com Tyron. O que não é possível afirmar quem ele escolhe para ser dono. Por ser tão simpático, tá sempre disposto a se divertir com todo mundo. Chama atenção de quem passa em seus passeios!
É o cara!
sexta-feira, 3 de abril de 2015
18 horas em Itacaré/BA
Cris - Estive em Ilhéus/BA por duas semanas e peguei um dia para conhecer a badalada Itacaré. Dona de uma fama admirável, sabia que não teria tempo para conhecer tudo que se fala. Só tinha 18h, mas fui assim mesmo! De Ilhéus até Itacaré, saem ônibus da empresa Rota, que levam aproximadamente duas horas para chegar no destino final. Passagem baratinha, R$15, viagem não muito agradável por parar muito, mas a vista compensa. A previsão do tempo já alertava sobre possível chuva, mas o sol brilhou neste dia.
Já em Itacaré, é possível visualizar na entrada que não se trata apenas de uma cidade turística. Muitos morros anunciam uma parte pobre da população. A rodoviária é cercada por casas pequenas e um comercio para nativos com feiras e produtos do dia a dia. Segui em direção ao hostel...
Encontrei então O Pharol.
Fui então explorar o território. Com pouco tempo, não podia degustar de tudo. Fui até a praia do Rezende e observei boas ondas, porém muitas pedras. Tinha uma galera surfando mais pra dentro do mar.
Recebi uma dica de um nativo que eu não poderia deixa de ir no Mirante observar o pôr do sol. Quase como um escravo recebendo uma ordem, parti pra lá!
Bingo!
Cenário muito lindo. A Ponta do Xaréu é um lugar lindo. Encontrei um bar/restaurante com uma linda vista. Muitos casais estava presentes para testemunhar o acontecimento que se daria em breve. Impressionou a quantidade de nativos que chegavam lá. Era um ritual. Cada nativo que chegava, sentava nas pedras e acendia um cigarro de maconha. Reggae sendo tocado ao vivo, somente voz e violão. O bar servia quase tudo, mas o que mais se via eram sucos. Essa vibe inspira isso.
Chegando a noite, me decepcionei um pouco com o lugar. Não havia sinais de baladas ou agitação. Pode ser que esteja acostumado com Pipa (Tema de um outro post). O fato é que tem muito turistas na rua, porém, turistas que querem apenas uma lembrancinha. Achei o Espaço Brasil e jantei a melhor pizza que já comi na vida. Sensacional. O ambiente da pizzaria era muito legal. Uma Kombi antiga é usada como caixa. Haviam bandeiras de muitos países na decoração e, uma bandeira de Pernambuco entre elas (Já me ganhou por isso). Garçons simpáticos.
E... como não havia mais nada a fazer na cidade. Acabou o dia!
No dia seguinte, chuva! Ponto para o instituto de meteorologia dos jornais baianos. Acertaram! Fui então até a praia da Concha e fiz Stand Up Panddle (SUP). A chuva havia dado trégua, porém, não tinha sol. A praia da Conha é isolada das ondas devido a um arrecife enorme. Nele há um farol. Muitas cabanas a beira da praia ditam a gastronomia do local. Foi minha última parada na terra bonita. Tive que, infelizmente, voltar.
Restou o sentimento de querer voltar correndo e explorar mais o lugar. Aguçou ainda mais minha curiosidade e desejo de exploração.
Já em Itacaré, é possível visualizar na entrada que não se trata apenas de uma cidade turística. Muitos morros anunciam uma parte pobre da população. A rodoviária é cercada por casas pequenas e um comercio para nativos com feiras e produtos do dia a dia. Segui em direção ao hostel...
Encontrei então O Pharol.
Um albergue maneiro, bem na rua principal, Rua Pituba. R$35/dia em quarto compartilhado. Todas as instalações funcionando, atendimento show de bola, limpo (bastante limpo), condicionador de ar nos quartos, cozinha equipada, internet grátis, seguro, ambiente descolado e organizado. Peca por não oferecer café da manhã e não proporcionar integração entre os membros. No geral, nota 8.Cheguei por volta das 15h e sair rapidinho pra almoçar. Almocei no Espaço Itália. Era um dos poucos lugares abertos para almoço na Pituba. Havia uma promoção de um Filé a Parmeggliana que estava uma delicia. R$20 na refeição toda, com dois refris.
![]() |
| Praia do Rezende - Itacaré/BA |
Recebi uma dica de um nativo que eu não poderia deixa de ir no Mirante observar o pôr do sol. Quase como um escravo recebendo uma ordem, parti pra lá!
Bingo!
Cenário muito lindo. A Ponta do Xaréu é um lugar lindo. Encontrei um bar/restaurante com uma linda vista. Muitos casais estava presentes para testemunhar o acontecimento que se daria em breve. Impressionou a quantidade de nativos que chegavam lá. Era um ritual. Cada nativo que chegava, sentava nas pedras e acendia um cigarro de maconha. Reggae sendo tocado ao vivo, somente voz e violão. O bar servia quase tudo, mas o que mais se via eram sucos. Essa vibe inspira isso.
![]() |
| Ponta do Xaréu - Itacaré/BA |
| Pizzaria Espaço Brasil. - Foto: Trip Advision |
E... como não havia mais nada a fazer na cidade. Acabou o dia!
No dia seguinte, chuva! Ponto para o instituto de meteorologia dos jornais baianos. Acertaram! Fui então até a praia da Concha e fiz Stand Up Panddle (SUP). A chuva havia dado trégua, porém, não tinha sol. A praia da Conha é isolada das ondas devido a um arrecife enorme. Nele há um farol. Muitas cabanas a beira da praia ditam a gastronomia do local. Foi minha última parada na terra bonita. Tive que, infelizmente, voltar.
Restou o sentimento de querer voltar correndo e explorar mais o lugar. Aguçou ainda mais minha curiosidade e desejo de exploração.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Chegamos!
00:30
2 Comentarios
O blog da Travel House chegou para mostrar a experiência de três jovens recifenses que moram sozinhos e amam viajar. A grande ideia é dá dicas de viagens, com roteiros, lugares para sair, relatar as viagens realizadas e, falar sobre o convívio de quatro machos, contando com Tyron, o mascote, bulldog francês, em uma casa super divertida.
Sejam bem vindos à essa experiência!
Assinar:
Postagens (Atom)





















